quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Física e Religião (Dimensões e Trindade)


O que estou para escrever é uma teoria. Uma forma diferente de ver o universo da forma como os físicos e os religiosos vêem porém tentando alinhar ambos pontos de vista.

Existem 3 dimensões no universo (Comprimento / largura / altura) as quais chamarei de micro-dimensões. Essas micro-dimensões fazem parte de uma macro-dimensão. O tempo. Possuímos sentidos para perceber e sentir as micro-dimensões: tato / visão / audição / olfato e paladar (considero olfato e paladar na vdd como um só).

Ao fazer um paralelo com a religião cito a dimensão do tempo como sendo o Filho. O material. O corpo.



(Conceito novo - abra a cabeça a partir de agora)
Há uma outra macro-dimensão onde existe a energia que não é liberada nesta dimensão.
Toda a energia criada e não liberada na dimensão do tempo é liberada na outra dimensão que irei chamar de Dimensão da Energia. Nesta outra macro-dimensão o conceito de tempo não existe. Somente existe um tipo de energia nesta dimensão. É um mar de energias linterligadas assim como conexões do cérebro todas misturadas, juntas e emaranhadas num mar extenso. Desta forma, se houvesse alguém capaz de "ver" a dimensão da energia seria capaz em tese de prever o futuro. Pois apesar de não existir o tempo, existem as conexões. Se existe algum sentido que os humanos possuem capaz de sentir esta dimensão eu citaria o sexto sentido mas, pode desconsiderar essa parte caso não acredite nisso.

Esta dimensão, ao fazer um paralelo com a religião seria o Espírito. A energia gerada não demonstrada na dimensão do tempo. O não visível aos olhos humanos. Uma dimensão afeta diretamente a outra e vice-versa e uma não existe sem a outra.

Segundo o paradoxo dos gêmeos promovido pela teoria da relatividade de Einstein, quanto mais próximo uma pessoa estiver se movimentando na velocidade da luz, mais lentamente ele envelhece e como já disse antes, a dimensão da energia é atemporal.
E = m * c²

Seguindo esta tese, a pergunta para onde vamos quando morrermos fica até possível de imaginar... mas isso fica pra outro tópico.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aforismo

"A melhor e mais concisa explicação sobre algo."

Ex: E = MC²

domingo, 9 de outubro de 2011

Interligando preconceito, mudanças, harmonia, individualidade e democracia em uma postagem

O preconceito é ruim? A sociedade moderna geralmente o define como sendo o desconhecimento pejorativo de alguém. Mas e se o preconceito for o desconhecimento positivo de alguém?

Ele é inevitável a um nível subconsciente, pois existem SIM padrões no universo. Estatísticas estão aí para provar isso. Se todos nós fossemos únicos em todos os sentidos não haveria razões para termos preconceito, mas como somos semelhantes em boa parte de nossas ações e DNA... Eu quase quase comparo o preconceito ao instinto.

Claro, existem exceções que não possuem preconceito, consigo pensar em dois grupos: pessoas extremamente ruins em lógica e matemática e pessoas que não dão a mínima ao ambiente externo.

Pessoas mudam. Os únicos que não mudam são os teimosos, os reclusos e Deus. Promover a individualidade e a harmonia ao mesmo tempo é como olhar para a esquerda e a direita ao mesmo tempo.

Para a harmonia (ordem):
É ruim que quanto maior a diversidade, maior o número de objetivos, número de opiniões e formas de se atingir um objetivo.

Para a individualidade (caos):
É bom que quanto maior a diversidade, maior o número de objetivos, maior o número de opiniões e formas de se atingir um objetivo.

Aproveito também a deixa para dizer minha teoria do porque está escrito "Ordem e Progresso" em nossa bandeira. Progresso nada mais é que o passo em direção à diversidade, ao caos, e colocaram o Ordem para que isso seja feito de forma ordenada e controlada. Um passo de cada vez.


Um objetivo bom é aquele que várias pessoas podem alcançar e que só dependem de si. Há pessoas que não possuem objetivo, há pessoas que pensam apenas em se divertir como as crianças e eu realmente não tenho nada contra estas pessoas afinal já fui uma delas, desde que os impactos de sua diversão sejam ínfimos e pouco prejudiquem outras pessoas, ou em outras palavras, pessoas desprovidas de poder.

Até o momento dizem que a democracia é a melhor forma de regime, de se ouvir as pessoas e atender o grupo como um todo. Afinal, através dela satisfaz-se a opinião da maioria mas, em minha opinião a democracia ainda é um regime muito falho. No pior cenário ela somente atende a 50%+1 de todo o grupo. Ainda há muito espaço para melhorar.


Além disso, outro aspecto falho da democracia é considerar que a opinião de um especialista é do mesmo valor da opinião de um leigo. Se você está doente você não consulta um chefe de cozinha, você consulta um médico. Se você quer construir uma casa, você chama um arquiteto e por aí vai. Por que então não fazemos o mesmo para o país? Gente leiga pode e vai colocar Tiriricas e Clodovis no poder!

Um de meus objetivos de vida é criar um regime de governo que supere a democracia, onde cada pessoa seja valorizada e tome decisões de acordo com seu conhecimento. Um regime mais justo de acordo com os esforços de cada um. Mas antes, preciso testar e validar minhas idéias em um âmbito menor. Este foi o motivo de eu ter escolhido meu curso. Este é um dos motivos pelo qual irei abrir uma empresa.

Sabe-se lá o que acontecerá daqui a 10 anos. Pessoas mudam. Pessoas costumam se satisfazer com o que tem com o passar do tempo. Espero não me tornar uma delas. Como Steve Jobs citava: "stay hungry, stay foolish"

domingo, 21 de agosto de 2011

Timidez

Ser tímido é ser honesto consigo respeitando suas crenças racionais.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Qual a diferença entre roupas e mentiras?

Roupas escondem o físico, enquanto mentiras escondem a mente.

domingo, 22 de maio de 2011

The Third Answer

A long time ago
A child lived his life
Being true to himself
No evil in people's heart

Times of innocence
Times of honesty
When did people start
To be that smart?

Darkness is around
He finally opens his eyes
The time to grow has come
Have to stop being a whining.

Who can he trust
To teach him the art of fight?
To be his own teacher
He can't trust the other side.

Years of pain, years of emptiness
Fighting the war alone
To follow common sense
Or to trust his own?

Then he realizes
Some are children, some are lost
Some are just crazy dogs
He's none and all of it, then who's the boss?

Nature itself is selfish
Gravity surround us
Who are we to blame
To follow nature's heart?

Shall I have the honor
To show man's true face?
Take it and try
To give a greater purpose to our race?

The answer for that question
Despite the fact everyone knows
Humans are just humans
Weaks and fools

The desire for power
To not hurt the next
The key to absolute freedom
To change the course of universe

A huge amount of energy
Is required to do so
Nature laughs at his attempt
What can a little human do?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Carl Yung - Parte 1

Eu dei uma fuçada na internet e vi que muita gente já escreveu sobre este tema. Mas é o tema a se falar. O trabalho de Yung explica aquilo que todos nós buscamos durante nossa vida, o processo de individualização, uma forma de adaptarmos com o mundo. Logo o tema pode ser relacionado a diversas religiões, uma vez que o objetivo de todas elas é guiar o ser humano em sua jornada e o melhor, de um ponto de vista científico. Por ter muita coisa a se falar dividirei o tema em duas ou três partes.


Eu recuperei esta gravura da palestra do Edgar Damiani. Ela nos ajudará a entender o conceito. Existem 4 funções psicológicas principais de acordo com Carl Yung: pensamento, intuição, sentimento e sensação das quais podem ser expressadas tanto de forma introvertida (mundo interior) quanto extrovertida (mundo exterior).
De acordo com Yung existem duas formas de se captar informações:
- A sensação. Ela está relacionada a uma experiência direta, na percepção dos detalhes e de fatos concretos através dos sentidos que possuímos (olfato, audição, visão, tato e paladar).
- A intuição. A intuição é uma forma de processar informações em termos de experiência passada, objetivos futuros e processos inconscientes. Muito dos intuitivos processam informação muito depressa e relacionam, de forma automática, a experiência passada e informações relevantes à experiência imediata.
Uma vez de posse das informações, existem duas alternativas para a pessoa elaborar julgamentos e tomar decisões:
- O pensamento, relacionado com a verdade, critérios impessoais, lógicos e objetivos.
- O sentimento, critério de acordo com o julgamento de valores próprios.
Quanto melhor um indivíduo desenvolver bem todas as características, mais profundamente inconsciente será seu oposto e mais difícil será de detectá-lo, entretanto as pessoas raramente desenvolvem bem todas as características.
Este texto foi apenas uma introdução para o enfoque central do trabalho de Carl Yung. A continuação explicará como as pessoas se relacionam com o mundo e ajudará a conhecer a si mesmo melhor.